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3 erros que os pais cometem com os filhos

Erros que os pais cometem com os filhos. Foto Unsplash
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Na busca de educar os filhos da melhor maneira, analise estes erros que os pais cometem com os filhos, mude sua comunicação e instale a autoconfiança inabalável neles.

Nós nos tornamos aquilo que estamos programados a acreditar e os pensamentos que escolhemos criam nossa vida atual. Resultados de estudos no campo da neurociência e da neuroplasticidade têm revolucionado o conceito de como a mente humana funciona, muito além da recuperação de habilidades cognitivas após lesões cerebrais, impulsionando um novo olhar sobre desenvolvimento pessoal.

Nossa mente trabalha arduamente para agir de acordo com as palavras que dizemos e as imagens que criamos, formando um detalhado mapa mental de como será o nosso amanhã. Quando assimilamos este conceito, nos apropriamos da nossa vida e entendemos que temos o poder de escolher melhor nossas palavras e pensamentos para transforma nossa realidade. A conclusão é simples:

O que pensamos hoje é o retrato do que seremos amanhã”.

A maior parte de nossas crenças é instaurada na infância, do momento da concepção aos sete anos de idade, principalmente. Por isso, é extremamente importante os pais aprimorarem a consciência do discurso usado com os filhos, que vão formando a definição de si próprios e do mundo à medida que absorvem o que ouvem (e veem) dos adultos, repetidamente, ao longo de toda a infância.

No consultório vejo padrões de comportamentos e crenças usados por adultos inconscientemente e que afetam profundamente a idealização de mundo das crianças. Listo aqui três dos principais erros que os pais cometem com os filhos – e familiares também – e os impactos que isso gera na vida futura deles.

3 erros que os pais cometem com os filhos

1. Dizer que fulano é igual à mãe/ao pai

O erro mais comum e o mais limitador de todos é dizer que o filho é igual ao pai ou à mãe. Quando estabelecem comparações entre a criança e seu progenitor, os pais não permitem que eles desenvolvam sua personalidade e seu caminho próprios, independentemente de ser uma característica positiva ou não. A mente é totalmente literal e leva os filhos a se enxergarem como espelhos dos pais em todos os outros aspectos, negativos também.

Por exemplo, a mãe compara a filha ao pai porque ela é caseira como ele. Assim, ela pode reforçar a crença de que ela é introvertida, tímida e não gosta de se socializar, afinal quem diz isso é um adulto em quem ela confia. Em outro momento, a mãe reclama de algum comportamento do pai ou ele conta alguma dificuldade que está enfrentando na frente da menina e sua mente rapidamente relaciona este traço como sendo seu também, já que estabelece a conexão neural com a informação automaticamente: “eu sou igual ao meu pai e eu serei assim quando crescer”.

Ao atingir a fase adulta, a pessoa acaba levando uma vida semelhante à dos pais, nas conquistas e nas dificuldades e frustrações.

Como melhorar isso: Elimine qualquer tipo de comparação de seu filho com outra pessoa, familiar ou não. Cada ser humano é único, inteiro e perfeito do jeito que é. Construa sua autoestima e autoconfiança todas as manhãs com elogios e frases positivas e peça para ele repetir ludicamente, para ele crescer um adulto programado para o sucesso em todas as searas da vida.

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2. Dar apelidos diminutivos, rotuladores ou pejorativos

Este é um dos maiores erros que os pais cometem com os filhos e mal percebem. Vemos isso todos os dias. Apelidos gravam imagens reais na mente das crianças como carimbos no papel. “Meu piolho, João grandão, dentucinho, gorda, zoiudo” são apenas o início de um rol infindável de nomes criativos que pais, avós, tios e padrinhos empregam no convívio com os pequenos. O apelido aparentemente pode ser carinhoso e bem-intencionado, mas o adulto não percebe que está enviando à mente da criança mensagens inconscientes que remetem a características físicas ou emocionais, imprimindo crenças e valores que influenciarão seu comportamento e a sua vida adulta largamente.

Ao tratá-la pelo apelido, ela entende que isso a define. Por exemplo, quando o adulto chama a criança de “pingo, caco, ratinho, piolho”, ela cresce acreditando que é “pequena” e não é incomum encontrar adultos fisicamente mignon porque tinham apelidos que aludiam ao tamanho. Na prática de consultório, por exemplo, encontramos mulheres que não conseguem engravidar ou sofrem abortos porque o inconsciente acredita que seu corpo é frágil e não suporta carregar um bebê. Quando elas descobrem essa crença limitante gravada na infância, mudamos sua interpretação emocional e não surpreende meses depois recebermos a notícia do nascimento de seu primeiro filho.

Como melhorar: Use diminutivos ou encurtamento do nome, (Rô, de Rodrigo; Quel, de Raquel) e conscientize familiares a deixarem de usar tais termos e o motivo.

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3. Rotular as crianças

O terceiro erro que os pais cometem com as crianças trata-se de rótulos. Quantas vezes você visita uma família e o pai ou a mãe diz na frente dos filhos em tom de brincadeira: “este vai dar trabalho”, “esta é o furacão da casa”. Você está instaurando nela a crença de que ela não pode ser controlada e que literalmente dará trabalho quando crescer. A mente não sabe diferenciar a verdade e a mentira, o sério e a brincadeira, para ela tudo é presente e real.

Ou então orgulhosamente se vangloria “essa aí é o gênio da casa”. Ao apontar um dos filhos como gênio e não se referir aos outros da mesma maneira, estes subentendem que não são inteligentes. Quando essa informação é repetida anos a fio, as crenças são gravadas no subconsciente, moldando a personalidade do indivíduo. A repetição é uma das técnicas de aprendizado e se você usa as palavras erradas, você cria a realidade errada. Além disso, coloca uma responsabilidade grande nos ombros da filha “gênia”, como se ela fosse apenas isso e se ela não for sempre assim, decepcionará os pais.

“Já atendi diversas mulheres com dificuldade para emagrecer mesmo fazendo dieta e exercícios. Durante a sessão, elas trazem cenas de infância em que alguém elogia a magreza da irmã mais velha, mas ignora a cliente, que tinha peso normal. Qual associação a mente da cliente fazia automaticamente? Se ela é magra, então eu sou gorda.” Não importa se essa não era a realidade, mas sim o pensamento de que ela não era magra e o contrário de magra é gorda. Você se torna as palavras que diz e as imagens que cria na cabeça. Essa era a verdade para ela e se tornou realidade.

Como melhorar isso: Crie o hábito de avaliar o seu discurso, seja consciente. Use apenas frases motivadoras, elogios e reforços positivos diversificados para todas as crianças da casa (meus filhos são todos inteligentes e alegres, eu tenho orgulho de todos eles) e oriente familiares e amigos sobre este comportamento. Assim, você também ajuda outros adultos a criarem consciência do impacto das frases que usam.

A Terapia de Transformação Rápida – RTT©, é um tratamento focado na solução de problemas físicos, mentais e emocionais, que une os melhores princípios da neurociência, hipnoterapia, psicoterapia, PNL e Terapia Cognitiva Comportamental criada pela inglesa Marisa Peer e aplicada sob licença no Brasil por Adriana Lage, a única terapeuta recomendada pelo site oficial da terapia RTT no Brasil.

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O artigo “3 erros que os pais cometem com os filhos” você leu primeiro aqui na Dalandê, Liberta Vidas, Transforma Pessoas

tags: o que não dizer aos filhos – como falar com as crianças – erros que os pais cometem com os filhos – comunicação com os filhos

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